quinta-feira, 30 de maio de 2013

Estágio

Nesta semana terminei meu estágio feito numa escola pública aqui mesmo perto de casa.
É muito bom poder observar os professores e suas metodologias e as mais diversas situações que podem acontecer dentro de uma escola.
Na minha época as coisas eram diferentes e não sou tão velha sim.
A questão é que as coisas mudam e infelizmente p/ pior.
A liberdade exagerada e famílias desestruturadas colaboram p/ uma geração s/ controle muitas vezes.
Entretanto, não podemos nunca generalizar porque ainda existem sim alunos bons c/ interesse em aprender e que valorizam seus professores.
Aqueles que querem sim crescer e ser alguém na vida.

Morfologia...

Em linguística, é o estudo da estrutura das formas das palavras.

Que matéria confusa e difícil de se estudar... rsrs.
Estou sofrendo.

Vamos a um poema?

Caminho

I

Tenho sonhos cruéis; n'alma doente
Sinto um vago receio prematuro.
Vou a medo na aresta do futuro,
Embebido em saudades do presente...
Saudades desta dor que em vão procuro
Do peito afugentar bem rudemente,
Devendo, ao desmaiar sobre o poente,
Cobrir-me o coração dum véu escuro!...
Porque a dor, esta falta d_harmonia,
Toda a luz desgrenhada que alumia
As almas doidamente, o céu d'agora,
Sem ela o coração é quase nada:
Um sol onde expirasse a madrugada,
Porque é só madrugada quando chora.

II

Encontraste-me um dia no caminho
Em procura de quê, nem eu o sei.
d Bom dia, companheiro, te saudei,
Que a jornada é maior indo sozinho
É longe, é muito longe, há muito espinho!
Paraste a repousar, eu descansei...
Na venda em que poisaste, onde poisei,
Bebemos cada um do mesmo vinho.
É no monte escabroso, solitário.
Corta os pés como a rocha dum calvário,
E queima como a areia!... Foi no entanto
Que choramos a dor de cada um...
E o vinho em que choraste era comum:
Tivemos que beber do mesmo pranto.

III

Fez-nos bem, muito bem, esta demora:
Enrijou a coragem fatigada...
Eis os nossos bordões da caminhada,
Vai já rompendo o sol: vamos embora.
Este vinho, mais virgem do que a aurora,
Tão virgem não o temos na jornada...
Enchamos as cabaças: pela estrada,
Daqui inda este néctar avigora!...
Cada um por seu lado!... Eu vou sozinho,
Eu quero arrostar só todo o caminho,
Eu posso resistir à grande calma!...
Deixai-me chorar mais e beber mais,
Perseguir doidamente os meus ideais,
E ter fé e sonhar d encher a alma.

Camilo Pessanha, in 'Clepsidra'

Trabalho realizado a partir da obra “Frankenstein ou O Prometeu Moderno” de Mary Shelley (Comparativo entre o livro e o filme).

SÍMBOLOS SEMIÓTICOS:

Cartas – percebemos claramente a diferença, pois no livro Capitão Walton escreve cartas contando toda a história a sua irmã Margaret e no filme isso não acontece. As cartas nos recordam um recurso gótico para provar a veracidade dos fatos que estão sendo narrados.

Tempestade – representa as mudanças que ocorrerão no decorrer da história e mudanças não somente de contexto, mas voltadas ao emocional e a vida dos personagens.

A cor vermelha – visualizada muito bem no filme: no casado de Victor, no vestido de Elizabeth, nas roupas de Willian, no sangue do parto de sua mãe e no corpo de seu pai ao descer as escadas quando ela morre, na flor que Frankenstein carrega quando é expulso da cabana da família que vigiava e em outras situações. A cor vermelha nos remete as consequências dos atos desmedidos de Victor que contrariavam a natureza das coisas e desta forma as pessoas marcadas para morrer em função destes atos.

Janela em forma de triângulo – Ela aparece no filme quando Victor está em seu laboratório. Encontramos mais de um significado para esta janela, mas no contexto do filme e da história ela remete-se aos “Olhos de Deus” que tudo vê, é uma mensagem subliminar que significa que apesar de se trancar dentro de um laboratório e buscar com suas pesquisas ultrapassar os limites humanos, Deus está o tempo todo observando suas as atitudes do jovem que "brinca de ser DEUS".

Diário de Victor – dado pela sua mãe para que nele Victor registrasse suas grandes obras com atos nobres. Um livro em branco onde ele deveria registrar seu destino, mas ao contrário do que sua mãe desejou, Victor registrou obras foras da ética normal das coisas e consequentemente pagou por seus atos.

Escadas da casa do pai de Victor – as escadas grandes com inúmeros degraus representam os limites entre o Céu e a Terra (Deus e o ser humano, sua obra). Alguns personagens sempre paravam no meio de seus degraus representando a consciência do que é certo e do que é errado no percurso normal das coisas (vida e morte), mas Victor na maioria das vezes a subia até o final mostrando que sua vontade era mudar realmente este percurso e de certa forma ser maior do que o próprio Deus que o criou.

Poder que Victor tenta ter sobre a morte – a história nos relembra a história de Adão e Eva no Paraíso, pois foram criados por Deus e de certa forma abandonados e rejeitados pelo Criador porque cometeram o primeiro pecado no qual Adão induzido pela serpente (o Diabo) comeu o fruto da Àrvore da Vida que era proibida porque continha a noção do bem e do mal, do certo e do errado.

Sarcófago – nos remete ao “caixão”, destino de todo ser humano com a morte, mas Victor sempre tenta fazer o contrário, lutar contra a morte a fim de que a vida seja eterna.

O nome da criatura – embora a cultura popular tenha associado o nome Frankenstein à criatura, esta não é nomeada por Mary Shelley. Ela é referida como “criatura”, “monstro”, “demônio”, “desgraçado” por seu criador.

Muitos críticos argumentam que Victor e sua criatura têm a mesma personalidade. A criatura tornou-se a imagem do seu criador, o lado obscuro de Victor.

Victor não dá um nome a sua criatura porque a considera apenas um criação, uma coisa; e não considera de forma alguma que ele seja um ser humano ou que tenha alma, portanto, não o batiza com um nome.

Ajoelhar-se diante da Cruz – na cena do filme em que Victor pede para Elizabeth não ir embora e diz a ela que fez uma coisa horrível e que não sabe o que fazer, ele está diante de um altar da casa do pai que tem uma Cruz grande na parede. Victor então se ajoelha diante da Cruz e neste momento se reconhece como criatura de Deus, reconhece sua pequenez e se desespera diante de seus atos e de sua audácia para com o seu Criador.
Alpes Suiços – nos recorda o “Diálogo da Caverna” escrito pelo filósofo grego, Platão. O Mito da Caverna, também conhecido como Alegoria da Caverna, Prisioneiros da Caverna ou Parábola da Caverna, encontra-se na obra intitulada no Livro VII de A República. Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade, onde Platão discute sobre teoria do conhecimento, linguagem e educação na formação do Estado ideal.

Fogo – principalmente no final tanto do filme quanto do livro, Frankenstein se mata colocando fogo em si mesmo. O fogo é purificador e nos relembra que a natureza sempre retomará o seu próprio percurso. Victor também tem o seu corpo cremado junto a sua criatura a fim de que este ato purifique sua alma e ele possa então ser perdoado pelo seu Criador e descansar em paz junto aos seus entes queridos que perderam suas vidas em função dos seus atos. Eles morrem juntos porque Frankenstein, a criatura, existia em função da obcessão de Victor, o criador; e se o cientista deixa de existir suas pesquisas e criações também deixam.

PRODUZIDO POR:
Daniela Menegassi / Fernanda Soares de Morais / Geziel Alves de Melo

Trabalho realizado a partir da obra “Frankenstein ou O Prometeu Moderno” de Mary Shelley (Comparativo entre o livro e o filme).

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES:

Teoria da Tabula Rasa – criada pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704), considerado o protagonista do Empirismo. Ele detalhou sua tese em seu livro, Ensaio acerca do Entendimento Humano (1690). Para ele, todas as pessoas nascem sem conhecimento algum (a mente é como uma "folha em branco"), e todo o processo do conhecer, do saber e do agir é aprendido através de sua experiência em meio à sociedade em que vive.

Levando estas afirmações para a obra e o filme, percebemos que quando Frankenstein foi criado mesmo já na idade adulta, não tinha impressões e nenhum conhecimento, desta forma, aprendeu tudo sozinho e com a ajuda da família que ele observava e admirava escondido.

Entretanto, não concordamos com esta teoria e achamos que ele já tinha muitas coisas em seu interior e em sua mente vindas dos órgãos e das experiências de vida das pessoas com as quais foi criado e apenas foi recordando e colocando em prática durante suas próprias experiências enquanto estava vivo.

Teoria de Rousseau – vamos analisar Frankenstein a partir dos princípios de Rousseau de que o homem é bom por natureza e a sociedade o corrompe.

Nas vidas dos homens ilustres ele encontra exemplo de atos heroicos, mas praticamente não podemos dizer que se inspire neles, pois as circunstâncias logo o levam a outro extremo. Ele demonstra bons sentimentos em várias partes da história, mas com o fato de ser rejeitado por seu criador Victor e pela sociedade em geral, foi se transformando e então sentiu o desejo de vingança.

Descoberta da Eletricidade – no filme observamos mais facilmente a questão da descoberta da eletricidade na época nas cenas de estudos de Victor, na cena do relâmpago no alto da montanha, na cena entre Victor, Clerval e o professor no laboratório onde mostram as pesquisas com agulhas no corpo humano referindo-se à Acupuntura (Medicina Chinesa) e nas cenas onde a criatura ganha vida.

Uso de matéria prima – Victor sempre fala que Frankenstein foi feito apenas de matéria prima e nos recorda o período do Iluminismo que antecedeu o Romantismo e se preocupava somente e exclusivamente com a Ciência e seus vários estudos e pesquisas deixando de lado a questão da Religião e questões éticas também (conhecido como a Era da Razão).

Romantismo (período em que se passa a história) – expressão cultural de uma época de transformações e rupturas, de lutas e incertezas e, por isso, nele convivem tendências ou aspectos variados e contraditórios.

Observamos essas características, por exemplo, nas cenas em que Victor vai para Universidade de Ingolstadt, na Alemanha, aprofundar seus estudos com conhecimentos diferentes e amplos ansiando por novas teorias, mas elas se contradizem com as teorias de seu Professor M. Krempe.

No Romantismo diferente do Iluminismo, o homem se preocupou com a sua alma a fim de entendê-la da melhor forma e faz uma crítica ao Iluminismo que só se preocupava com a Ciência.

PRODUZIDO POR:
Daniela Menegassi / Fernanda Soares de Morais / Geziel Alves de Melo

Trabalho realizado a partir da obra “Frankenstein ou O Prometeu Moderno” de Mary Shelley (Comparativo entre o livro e o filme).



Neste trabalho apresentamos um comparativo entre a obra “Frankenstein ou O Prometeu Moderno” da escritora Mary Shelley e uma das versões do filme produzida a partir desta história.

Mary Shelley nasceu em 1797, na cidade de Londres, capital da Inglaterra. Filha de Mary Wollstonecraft, uma feminista importante e uma das primeiras; e de seu pai William Godwin, jornalista e escritor. Esta obra lhe trouxe sucesso e tornou-se um clássico da literatura mundial.

O comparativo da obra foi realizado com o filme gravado com os atores Robert Deniro e Kenneth Branagh lançado em 1994 pela Sony Pictures.

É importante ressaltar que neste comparativo vamos elencar algumas semelhanças e diferenças entre a obra e o filme, entretanto, levaremos em consideração também características do período da “Era Vitoriana” (governo da Rainha Vitória) na Inglaterra que serve de ambiente para esta história e do período do Romantismo.

É um fato que quando comparamos uma obra qualquer que contém um determinado número de páginas a um filme produzido para contar sua história no cinema ou na TV, deparamos com inúmeras semelhanças e diferenças entre elas, uma vez que são autores diferentes com visões diferentes sobre determinado tema.

É importante sim conhecer o contexto histórico da obra e do filme para compreender determinados aspectos relacionados com o período da história, no caso da História da Inglaterra, em que o tema é abordado.

Sendo assim “Frankenstein ou O Prometeu Moderno” nos fornece aspectos importantes a serem considerados.

O assunto da obra Frankenstein é a produção da vida pelo homem, as responsabilidades do criador para com a criatura, e toda a questão ética e moral que esta situação desencadeia.

De acordo com a nossa opinião duas importantes mensagens ficaram nítidas ao longo desta leitura. A primeira delas é a responsabilidade que o criador tem para com a criatura, pois há entre eles um forte elo que não pode ser negado ou ignorado. A segunda são as questões relacionadas com a ética que uma situação como esta desencadeia. Até hoje há muita discussão e reflexão sobre o assunto, pois a ética está totalmente voltada à reprodução da vida humana através de processos como a clonagem, por exemplo. Mesmo se o homem tiver todo o conhecimento e material necessário para fazer uma clonagem humana, na vida real, ele há de hesitar, exatamente pela questão ética e convenhamos que ele deverá ser responsável pelos seus atos e por todas as consequências, sejam elas boas ou ruins, à sociedade.

PRODUZIDO POR:
Daniela Menegassi / Fernanda Soares de Morais / Geziel Alves de Melo

Discutir a seguinte ação adotada pela diretora e emitir um parecer:

Autorizou a matrícula do aluno, enturmando-o com base na sua faixa etária, com possibilidade de mudança de turma após o recebimento dos documentos da escola anterior. Solicitou à professora da classe que verificasse as condições de acompanhamento da criança em relação aos conteúdos curriculares previstos no Plano de Ensino.

Uma vez que o significado para o termo “parecer” se define em: opinião expressa em resposta a uma consulta, o juízo técnico sobre questão jurídica ou administrativa, emitido em processo por jurista, pode se definir que: de acordo com a LDB a escola autorizou a matrícula do aluno segundo a situação do exemplo para garantir que cumpriria as resoluçõe legais.

Ressaltamos que o inciso § 5º que dá conta de que, a fim de se garantir o cumprimento da obrigatoriedade de ensino, o poder público criará formas alternativas de acesso aos diferentes níveis de ensino, independentemente da escolarização anterior, foi cumprida a lei uma vez que se garantiu a vaga e o início da vida escolar do aluno na nova unidade escolar, antes mesmo da obtensão de sua documentação.

Permanecendo dentro das resoluções da LDB solicitou-se que a professora do menor avaliasse seu desenvolvimento cognitivo, de acordo com o conteúdo da série em que o mesmo foi inserido. Ainda, dentro da LDB, no que diz respeito aos níveis e as modalidades de educação e ensino, o capítulo II da educação básica, dentro da seção I das diposições gerais, declara no artigo 22, parágrafo § 1º que:

§ 1º A escola poderá reclassificar os alunos, inclusive quando se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no país e no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais.
Diz ainda no artigo 24, (parágrafo II – b e c) que a organização escolar será organizada conforme os parágrafos destacados abaixo em negrito:

Art. 24. A educação básica, nos níveis: fundamental e médio será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:

II – a classificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, pode ser feita:

a) por promoção, para alunos que cursaram, com aproveitamento, a série ou fase anterior, na própria escola;

b) por transferência, para candidatos procedentes de outras escolas;

c) independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino;

Assim sendo, concluímos que a decisão tomada pelo corpo administrativo da escola não fere a legislação de diretrizes e bases. Sendo-lhe altamente fiel.

PRODUZIDO POR:
Daniela Menegassi / Fernanda Soares de Morais / Adriana Rodrigues da Rocha /  Geziel Alves de Melo

Ler e analisar a seguinte situação:

No início do segundo semestre, os pais de uma criança de nove anos compareceram a uma escola para matriculá-la. Recém-chegados à cidade oriundos de outro estado, disseram que, no processo de mudança, os documentos de transferência do filho haviam-se extraviado. Apresentaram a certidão de nascimento e descreveram o seu desempenho na escola anterior, onde cursava o 3º ano do Ensino Fundamental. Demonstravam aflição, pela grande dificuldade para obter uma segunda via dos documentos, e desejavam que o filho pudesse dar continuidade regular aos seus estudos.

LDB – Lei de Diretrizes e Bases

Uma vez que a LDB prega os princípios e fins da educação nacional, declarando que esta é dever da família e do Estado, baseada nos princípios da liberdade, entre outros, e decretando que a família não pode deixar a criança fora da rede educacional, dentro dos princípios e fins da educação nacional, o artigo 3º menciona:

Artigo 3º: O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
Assim sendo, a lei dá total garantia à criança para que tenha sua vaga assegurada. Mantê-la fora da escola pela falta da documentação seria ferir a própria LDB. Outro ponto da lei que deixa isto claro é:

LDB – Do direito à educação e do dever de educar
X – vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima de sua residência a toda criança a partir do dia em que completar quatro anos de idade.

Em seguida, vê-se que no artigo 5º, inciso § 2º, a prioridade é assegurar à criança o direito a educação e posteriormente verificar as formalidades legais.

O inciso § 2º continua afirmando isto quando declara que primeiramente é necessário assegurar o acesso ao ensino, que é obrigatório e dever da família e do Estado. Para isto ilustra as prioridades constitucionais legais.

Já o inciso § 5º fala da garantia que se dá a obrigatoriedade de ensino e da criação de alternativas de acesso aos diferentes níveis de ensino, independente da escolarização anterior. Ora, isto reforça a teoria de que a principal preocupação é a inserção da criança na rede educacional e que, posteriormente, caso não seja comprovado por forma documental à veracidade da escolaridade declarada, aí então adequa-se o aluno a série correspondente.

Concluímos, pois, que o procedimento a ser adotado pela escola, dentro do que diz a LDB é a inserção imediata da criança na série conforme declaração dos pais e idade até que se obtenha documentação comprobatória.

Art. 5º O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo.

§ 2º Em todas as esferas administrativas, o poder público assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório, nos termos deste artigo, contemplando em seguida os demais níveis e modalidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e legais.

§ 5º Para garantir o cumprimento da obrigatoriedade de ensino, o poder público criará formas alternativas de acesso aos diferentes níveis de ensino, independentemente da escolarização anterior.

PRODUZIDO POR:
Daniela Menegassi / Fernanda Soares de Morais / Adriana Rodrigues da Rocha /  Geziel Alves de Melo

“59) O que fazer se um aluno agredir verbal ou fisicamente um colega ou servidor?

De acordo com o Manual de Proteção Escolar e Promoção da Cidadania (capítulo IV, item 59 – Sobre os Alunos, p. 33) oferecido pelo Governo do Estado de São Paulo, a entidade de ensino deve proceder da seguinte forma numa situação como esta:

“Os professores, não podem ter diferentes condutas para controlar a disciplina, para tomar decisões de ordem moral ou para desenvolver práticas de cidadania”. 

Primeiramente, cabe à instituição educacional, por meio de seu corpo técnico, mediar a situação de agressão de modo a garantir a integridade física e emocional dos envolvidos. A violência não deve ser tolerada no ambiente escolar e, embora nem sempre seja possível evitá-la, cabe à escola e aos pais ou responsáveis agirem na sua contenção, privilegiando o diálogo e promovendo oportunidades de solucionar conflitos de forma pacífica e construtiva.

De acordo com a gravidade do caso ou a reincidência, a Polícia Militar (190) deve ser acionada. Percebendo a necessidade de atendimento médico, a direção da escola deverá também chamar o Serviço Municipal de Saúde – SAMU (192) ou o Resgate do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar (193). Em se tratando de aluno menor de 18 anos de idade (agredido, agressor ou ambos), a direção deve convocar os pais ou responsáveis, oficiar a situação ao Conselho Tutelar e comunicar à autoridade policial para registro de Boletim de Ocorrência. Tanto as agressões verbais (calúnia, difamação e injúria, conforme questão 17) quanto as físicas (lesão corporal, conforme o Artigo 129 do Código Penal) devem ser registradas nos sistemas de ocorrência escolar da Secretaria de Educação.

PRODUZIDO POR:
Daniela Menegassi / Fernanda Soares de Morais / Adriana Rodrigues da Rocha /  Geziel Alves de Melo

Aprendendo Inglês...

Na matéria do Ensino da Língua Inglesa no Brasil, aprendi que a metodologia normalmente usada nas escolas p/ ensinar o inglês está sempre voltada muito mais à Gramática e por isso o aluno não desenvolve a fala. De qualquer forma, o professor precisa trabalhar c/ textos e temas do cotidiano do aluno p/ facilitar o ensino e a aprendizagem.
Percebo isso nas escolas de inglês também, focam na Gramática e ficam naquele repeteco que cansa. 

Voltandoooo...

Olá gente!!! Andei sumida sim e eu sei, mas é que a vida anda mtooo corrida... rsrs...
Retornando p/ compartilhar algumas coisas da faculdade deste 4º semestre c/ vcs.
Sim, na internet é bem complicado escrever td corretamente e não usar a linguagem abreviada das redes sociais, mas isso é apenas p/ agilizar as coisas.
Todo mundo tem este costume, mas que bom quando sabemos escrever corretamente quando é necessário.